TARÔ

 

TARÔ:
      Princípios básicos para quem quer saber o futuro nas cartas
    



      Uma das grandes utilizações do Tarô, é o uso de suas lâminas como fonte de inspiração para meditação, seja como Yantras (mantras visuais) ou Mandalas pessoais, de forma que cada lâmina inspire mergulhos interiores cada vez mais ricos.

      Quanto ao baralho, ele diz que podemos usar diversos, sendo que grandes desenvolvimentos são propostos pelo uso do Tarô de Crowley (ou Livro de Thot) e o Tarô de Mme. Cada uma de suas lâminas ou Yantras (mantras visuais) apresenta um grupo de símbolos que, vistos como conjunto, representam um sistema de energias que a humanidade está presente como um todo, com seu eterno registro de idéias e pensamentos.

      Tradicionalmente, esses baralhos dividem-se em Arcanos Maiores e Menores, apresentados de forma separada ou como síntese. Há também no Tarô, assim como nos baralhos modernos, a divisão em quatro naipes: espadas, paus, copas e ouros. Cada naipe representa um dos quatro elementos da natureza: ar, fogo, água e terra, respectivamente.

      Na 1ª meditação, importante é que o praticante entenda que não há uma maneira certa de usar as lâminas, sendo que o melhor dos métodos é aquele que emerge de si como numa inspiração. Inicialmente, o praticante deve misturar as cartas e olhar lentamente o baralho, lâmina por lâmina, separando em um monte aquelas pelas pelas quais experimenta forte atração ou aquelas que provoquem alguma sensação desagradável.

      Em seguida, deve olhar novamente as cartas que o atraem, e guardar mentalmente seus nomes, pois essas serão as cartas que irão ajudá-lo em suas meditações iniciais.

      Com o passar do tempo, a prática continuada, vai fazer com que a sua sensibilidade se aprofunde e mude sua reação ao simbolismo de certas lâminas.

      A relação com o Tarô deve ser de amor e amizade. O local não deve ser confuso nem ruidoso, e sim calmo, transmitindo paz e sossego. Se necessário, o praticante pode usar música relaxante e incenso. As roupas devem ser livres e arejadas.

      Tomadas essas providências iniciais, poderá começar a prática. É recomendado, também, manter as seguintes regras de postura: costas eretas, o rosto e o restante do corpo descontraídos.

      Após encontrar a posiçao correta, deve o praticante olhar a carta ou a(s)cartas eleita(s). Também não deve pensar nas imagens. Deve deixar que seu Eu interior, seu mentor ou guia espiritual interno trabalhe a imagem enquanto descansa.

      Dedendendo de cada pessoa e do poder de concentração, a mente se enche de pensamentos, sendo alguns diretamente ligados com símbolos do Tarô. Outros, podem não fazer sentido. Isso é normal. São obstáculos que serão vencidos com a prática, bem como sons ambientes. Vencer isso é um passo para atingir a clarividência e a consciência cósmica.

    

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